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<title>JCS Notícias &#45; : Mundo</title>
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<dc:rights>Copyright © 2026 Tribuna Centroeste &#45; Todos os Direitos Reservados.</dc:rights>

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<title>Youtuber americano relata interrupção da primeira gestação após diagnóstico de síndrome de Down e enfrenta ataques nas redes</title>
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<description><![CDATA[ Jesse Ridgway, conhecido como McJuggerNuggets, afirmou que a decisão foi extremamente difícil para o casal e revelou ter recebido ameaças e ofensas após tornar o caso público ]]></description>
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<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 14:17:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<title>VÍDEO: Homem é lançado ao fogo após motocicleta derrapar e explodir nos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Motociclista é lançado ao fogo após motocicleta explodir ao derrapar nos EUA 
Um motociclista foi lançado contra o fogo após a própria moto explodir ao derrapar e bater em um meio-fio em San Antonio, no Texas, nos Estados Unidos. O acidente foi registrado por uma câmera de segurança. Assista acima.
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O caso aconteceu na tarde de quinta-feira (2), em um cruzamento de uma área residencial. Segundo a imprensa local, o motociclista perdeu o controle e caiu.
No vídeo, a motocicleta aparece derrapando pela rua, enquanto o piloto desliza logo atrás, já separado do veículo. Ao atingir o meio-fio, a moto explode e é tomada pelas chamas. O motociclista acaba indo parar no ponto da explosão e é atingido pelo fogo.
Crianças que estavam a poucos metros quase foram atingidas pelos destroços e pelas chamas e saíram correndo.
As imagens mostram que, pouco depois, o motociclista ainda em chamas corre em direção a um parque próximo e se joga na grama para tentar apagar o fogo.
Uma testemunha disse à emissora NBC que o motociclista foi socorrido e sofreu apenas ferimentos leves. As crianças não se machucaram.
As autoridades locais investigam as causas do acidente.
Moto explodiu após bater contra meio-fio nos EUA
Robert Perez/NBC
VÍDEOS: mais assistidos do g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 23:03:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<title>Hackers iranianos miram infraestrutura crítica dos EUA, alertam agências americanas</title>
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<description><![CDATA[      Trump sobre Irã: &#039;Uma civilização inteira morrerá esta noite&#039;
Agências de segurança dos Estados Unidos alertaram nesta terça-feira (7) que hackers apoiados pelo Irã estão explorando falhas em sistemas para atacar a infraestrutura do país, incluindo serviços de água, esgoto, energia e órgãos de governos locais.
Os hackers buscam causar &quot;impactos nos EUA&quot; e já provocaram &quot;interrupções em serviços e prejuízos financeiros&quot;, afirmaram as autoridades em comunicado.
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O alerta foi emitido pelo FBI, pela Agência de Segurança Nacional (NSA), pela Agência de Defesa Cibernética (CISA), pela Agência de Proteção Ambiental (EPA), pelo Comando Cibernético dos EUA e pelo Departamento de Energia.
O comunicado das agências não especifica quais são os alvos, mas afirma que os invasores miram sistemas usados para controlar e monitorar equipamentos de operações de infraestrutura crítica.
Autoridades no Irã limitaram o acesso à internet, e os EUA aumentaram as preocupações com riscos representados por IA
Reuters/Dado Ruvic
&quot;Organizações de vários setores da infraestrutura crítica dos EUA sofreram interrupções por meio de interações maliciosas com arquivos de projeto e da manipulação de dados&quot;, diz o comunicado.
Segundo o comunicado, os ataques exploram dispositivos como controladores lógicos programáveis fabricados pela empresa americana Rockwell Automation. Esses aparelhos são computadores industriais que funcionam como o &quot;cérebro&quot; das operações.
&#039;Project Maven&#039;: como os EUA usam IA como tecnologia de guerra para lançar ataques letais em minutos
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As agências afirmaram que &quot;organizações dos EUA devem revisar com urgência as táticas, técnicas e procedimentos (TTPs) e os indicadores de comprometimento (IOCs)&quot; para buscar sinais de atividade atual ou passada por terceiros em suas redes.
Os órgãos de segurança destacaram ainda que já tinham reportado ataques a controladores lógicos por parte do grupo &quot;CyberAv3ngers&quot; (também conhecido como Shahid Kaveh Group), ligado à estrutura de ataques cibernéticos da Guarda Revolucionária do Irã.
Hackers do grupo Handala, que apoia o Irã, afirmaram em março que invadiram sistemas da empresa americana de tecnologia médica Stryker. Eles alegaram que o ataque foi uma retaliação a supostos bombardeios dos EUA que mataram crianças iranianas.
Em outro caso, hackers bloquearam o acesso de uma empresa de saúde à própria rede usando uma ferramenta que autoridades dos EUA associam ao Irã, segundo pesquisadores da empresa americana de segurança digital Halcyon.
O alerta de autoridades americanas de segurança foi publicado logo após o presidente Donald Trump afirmar que &quot;uma civilização inteira morrerá nesta noite&quot;, horas antes do prazo final dado por ele para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz.
&#039;Project Maven&#039;: como os EUA usam IA como tecnologia de guerra ]]></description>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 23:03:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<title>É #FAKE que vídeo mostre Trump admitindo ataque do Irã contra porta&#45;aviões dos EUA; comentário foi sobre operação na Venezuela</title>
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<description><![CDATA[      É #FAKE que vídeo mostre Trump admitindo ataque do Irã contra porta-aviões americano; fala é sobre operação na Venezuela
Reprodução
Circula nas redes sociais um vídeo que supostamente mostra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitindo publicamente que o Irã conseguiu atacar o porta-aviões americano Gerald Ford. É #FAKE. 
Selo Fake (Horizontal)
g1
🛑 Como é o vídeo?
Os posts viralizaram a partir de 28 de março em plataformas como Instagram, Threads, Facebook e TikTok. Eles compartilham um vídeo que tem a seguinte caixa de texto, sobreposta às imagens: &quot;TRUMP ADMITE AT4QUE AO MAIOR PORTA-AVIÕES DO MUNDO: &#039;CORREMOS POR NOSSAS VIDAS&#039;&quot;.
Uma legenda no TikTok descreve: &quot;Trump admitiu publicamente que o Irã atacou o Gerald R. Ford, o maior porta-aviões do mundo, de 17 ângulos diferentes, dizendo: &#039;Corremos por nossas vidas, havia acabado&#039;&quot;.
Embora seja real – e não uma produção de inteligência artificial (IA) –, a gravação está sendo usada fora de contexto. Na verdade, trata-se de um discurso, de 27 de março, no qual Trump lembrou a operação militar na Venezuela para capturar o ditador Nicolás Maduro, em janeiro. Os posts mentirosos omitem essa informação. E ainda se aproveitam do fato de que, naquele trecho específico, o presidente americano estava falando do ponto de vista de um general venezuelano – mas cortam justamente a parte anterior, que deixava isso claro.
A fala, em inglês, é esta: &quot;E ele [o general venezuelano] disse: &#039;Estávamos preparados para eles. Sabíamos que havia um problema quando percebemos que, à 1h da manhã, a cada 32 segundos, outro avião – um avião muito rápido – decolava do convés de um porta-aviões. Esse é o maior porta-aviões do mundo. E, a cada 32 segundos, bum, bum, bum. E era 1h da manhã. Então, dissemos: OK, acho que estamos em apuros. Mas eles estavam preparados para nós, Johnny [...]. E, aí, eles nos atingiram e vieram de 17 ângulos diferentes. Estavam aqui, estavam ali. Corremos para salvar nossas vidas. Acabou e... acabou&#039;&quot;. Mas, nos posts mentirosos, a legenda em português exclui a primeira frase e insere uma palavra que Trump sequer havia dito. O resultado ficou assim: &quot;Na plataforma, nós sabíamos que havia um problema...&quot;
Os posts enganosos começaram a circular três dias depois de o Irã afirmar que atingiu o USS Abraham Lincoln , um porta-aviões diferente do Gerald Ford. Essa informação, no entanto, não havia sido confirmada pelo governo americano até a última atualização desta reportagem. Antes disso, em 1º de março as Forças iranianas já tinham mencionado um ataque à mesma embarcação, o que também foi negado pelos EUA. 
O USS Gerald Ford, mencionado nos posts falsos, foi enviado para perto da Venezuela em novembro de 2025, para pressionar o governo de Maduro. Em fevereiro deste ano, seguiu rumo ao Oriente Médio, mas acabou sendo enviado para manutenção após um incêndio e falhas técnicas.
⚠️ Por que isso é falso?
O vídeo original foi transmitido pela imprensa americana e pelo próprio canal do YouTube da Casa Branca durante o Future Investment Initiative Conference (FII), um fórum de investimentos realizado em Miami, em 27 de março. Tanto que, na gravação, é possível ver que Trump está em um púlpito e em frente a um painel azul, no qual se lê: &quot;FII Institute&quot;. 
O Fato ou Fake consultou a transcrição completa do discurso e verificou que o trecho utilizado nas publicações omitiu justamente a parte em que Trump contextualiza sua declaração: &quot;Quando atacamos a Venezuela, e você sabe, é um país militarizado. Eles têm soldados, se você já esteve lá. Eu já estive lá. Há muitos soldados andando por todo lado. Todo mundo é soldado. Um lugar muito militarizado. E o general de lá – tem um general profissional, muito bom. E ele disse: &#039;Estávamos preparados para eles&#039;...&quot;.
Em seguida, ele detalhou o que, em suas palavras, seria o ponto de vista do general venezuelano, como citado acima. No fim, o republicano também descreveu a captura de Maduro, sem mencioná-lo diretamente: &quot;E, então, pegamos esse cara, que era um cara muito mau, e em questão de minutos ele estava na parte de trás de um helicóptero [...]&quot;.
Na checagem, o Fato ou Fake verificou a transcrição do conteúdo original para confirmar se Trump fez algum comentário sobre o ataque declarado pelo Irã. Durante o discurso, ele disse que militares americanos teriam abatido 101 mísseis disparados contra o &quot;maior porta-aviões do mundo&quot; alguns dias antes. Não informa, no entanto, quem teria feito o ataque, nem local, data ou embarcação afetada.
O Fato ou Fake encontrou uma declaração similar do presidente durante uma cerimônia na Casa Branca, em 24 de março, um dia antes de o Irã citado o suposto ataque ao porta-aviões Abraham Lincoln.
Na ocasião, Trump afirmou: &quot;Eles lançaram 100 mísseis contra um dos nossos porta-aviões, o Abraham Lincoln, um dos maiores navios do mundo, aliás. E dos 101 mísseis lançados, todos foram abatidos&quot;. Dessa forma, não é possível concluir sobre qual episódio ele comentava.
É #FAKE que vídeo mostre Trump admitindo ataque do Irã contra porta-aviões americano; fala é sobre operação na Venezuela
Reprodução
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VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 23:03:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<title>Trump adia ultimato contra o Irã por 2 semanas e sinaliza reabertura do Estreito de Ormuz</title>
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<description><![CDATA[      Trump suspende ataques ao Irã por duas semanas
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (7) que adiou por duas semanas o ultimato contra o Irã e disse ter condicionado a medida à abertura completa do Estreito de Ormuz. Teerã confirmou o acordo.
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Trump havia dado até as 21h desta terça-feira (horário de Brasília) para que o Irã chegasse a um acordo com os Estados Unidos e reabrisse o Estreito de Ormuz — rota por onde passa grande parte do petróleo mundial.
O presidente dos EUA tinha prometido destruir pontes e usinas de energia do Irã.
Mais cedo, ele afirmou que uma &quot;civilização inteira&quot; iria morrer com os ataques previstos para esta terça.
Em um post no Truth Social, Trump disse que resolveu adiar os ataques após um pedido de autoridades do Paquistão, que estão mediando conversas indiretas entre os Estados Unidos e o Irã.
&quot;Concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas. Este será um CESSAR-FOGO de dois lados!&quot;, afirmou.
O presidente norte-americano alegou que todos os objetivos militares dos EUA no Irã já foram cumpridos e que as negociações para um acordo definitivo de paz estão avançadas.
Segundo ele, os EUA receberam uma proposta de plano de paz do Irã com 10 pontos, considerada uma base viável para negociação. Trump declarou que quase todos os pontos de divergência já foram acordados entre os dois países.
&quot;Um período de duas semanas permitirá que o acordo seja finalizado e concluído&quot;, disse.
Leia o anúncio de Trump na íntegra mais abaixo.
Segundo autoridades da Casa Branca, Israel também fará parte da trégua. Na mesma linha, a mídia israelense disse que o cessar-fogo também inclui o Líbano.
O Paquistão confirmou que as conversas entre negociadores de EUA e Irã começarão na próxima sexta-feira (10), em Islamabad.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em coletiva na Casa Branca
Evan Vucci/Reuters
Irã confirma
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, confirmou que um acordo entre os dois países havia sido fechado. Segundo ele, Teerã vai suspender ações defensivas desde que os ataques contra o país sejam interrompidos.
Araghchi disse ainda que a passagem pelo Estreito de Ormuz será segura durante a trégua, com algumas condições.
&quot;Por um período de duas semanas, será possível a passagem segura pelo Estreito de Ormuz, mediante coordenação com as Forças Armadas do Irã e com a devida consideração às limitações técnicas.&quot;
O ministro iraniano também declarou que os Estados Unidos pediram negociações conforme uma proposta americana de 15 pontos. Ele também disse que Washington aceitou um plano de 10 pontos do Irã como base para o diálogo. As conversas devem começar na sexta-feira (10), no Paquistão.
A TV estatal do Irã classificou o acordo como um &quot;recuo humilhante de Trump&quot; e disse que os EUA aceitaram os termos de Teerã. A mídia iraniana também afirmou que a trégua não representa o fim da guerra.
Segundo Teerã, a proposta de paz enviada pelo país exige o fim das sanções dos EUA contra o Irã, o pagamento de compensação integral e a liberação de todos os ativos iranianos congelados.
A agência Mehr, controlada pelo governo iraniano, disse que os 10 pontos que Teerã apresentou aos EUA são:
Não agressão.
Permanência do controle do Irã sobre o Estreito de Ormuz.
Aceitação do enriquecimento de urânio por parte do Irã.
Suspensão de todas as sanções primárias ao Irã.
Suspensão de todas as sanções secundárias ao Irã.
Revogação de todas as resoluções do Conselho de Segurança da ONU.
Revogação de todas as resoluções do Conselho de Governadores da AIEA.
Pagamento de indenização ao Irã.
Retirada das forças de combate dos EUA da região.
Cessação da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano.
Tensões
Vista aérea da costa iraniana e da ilha de Qeshm, no estreito de Ormuz
Reuters
As ameaças de Trump elevaram a tensão na comunidade internacional e levantaram alertas sobre possíveis crimes de guerra em caso de ataques dos Estados Unidos a alvos civis iranianos. O impasse também aumentou o temor de uma escalada no conflito, com possíveis impactos globais.
Um eventual ataque dos EUA a usinas iranianas poderia interromper o fornecimento de energia para milhões de pessoas e provocar um colapso elétrico e econômico no país.
Também havia temores de que ataques a instalações nucleares provoquem um acidente radiológico grave, com impactos que poderiam ultrapassar as fronteiras do Irã.
O governo iraniano indicou que poderia retaliar bombardeando usinas de energia de países vizinhos, incluindo refinarias de petróleo, o que poderia pressionar ainda mais os preços.
Teerã também afirmou que poderia atingir usinas de dessalinização em países do Golfo, colocando em risco o abastecimento de água para milhões de pessoas na região.
Horas antes do prazo dado por Trump expirar, bombardeios foram registrados no Oriente Médio. Os Estados Unidos atacaram a estratégica ilha de Kharg, que concentra cerca de 90% do petróleo produzido no Irã, mas poupou áreas petrolíferas.
Já Israel afirmou ter realizado “amplos ataques” no território iraniano, atingindo pontes, ferrovias, aeroportos e edifícios. Entre os alvos está uma ponte em Qom, uma das maiores cidades do país. Uma petroquímica também foi atingida.
O Irã reagiu, convocou a população a formar escudos humanos ao redor de usinas e afirmou que a fase de “boa vizinhança” com países do Golfo chegou ao fim. Ataques foram lançados contra países como Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein.
Anúncio de Trump
&quot;Com base em conversas com o primeiro-ministro Shehbaz Sharif e com o marechal de campo Asim Munir, do Paquistão, nas quais solicitaram que eu suspendesse a força destrutiva que seria empregada esta noite contra o Irã, e condicionado ao fato de a República Islâmica do Irã concordar com a ABERTURA COMPLETA, IMEDIATA e SEGURA do Estreito de Ormuz, concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas. Este será um CESSAR-FOGO de dois lados!
A razão para isso é que já cumprimos e superamos todos os objetivos militares, e estamos muito avançados em um acordo definitivo voltado para a PAZ de longo prazo com o Irã, e para a PAZ no Oriente Médio. Recebemos uma proposta de 10 pontos do Irã e acreditamos que ela representa uma base viável para negociação. Quase todos os pontos de divergência do passado já foram acordados entre os Estados Unidos e o Irã, mas um período de duas semanas permitirá que o acordo seja finalizado e concluído.
Em nome dos Estados Unidos da América, como presidente, e também representando os países do Oriente Médio, é uma honra ver esse problema de longa data próximo de uma solução. Obrigado pela atenção a este assunto!
Presidente DONALD J. TRUMP&quot;
VÍDEOS: mais assistidos do g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 23:02:59 -0300</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<title>Trump condiciona suspensão do ataque à abertura &amp;apos;completa, imediata e segura&amp;apos; do Estreito de Ormuz</title>
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<description><![CDATA[      Trump suspende ataques ao Irã por 2 semanas
O adiamento do ultimato contra o Irã anunciado nesta terça (7) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, está condicionado à abertura &quot;completa, imediata e segura&quot; do Estreito de Ormuz, passagem estratégica do Golfo Pérsico controlada por Teerã.
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Trump havia dado até as 21h desta terça-feira para que o Irã chegasse a um acordo com os Estados Unidos e reabrisse a rota, por onde passa grande parte do petróleo mundial.
Donald Trump
Jonathan Ernst/Reuters
O presidente dos EUA tinha prometido destruir pontes e usinas de energia do Irã.
Mais cedo, ele afirmou que uma &quot;civilização inteira&quot; iria morrer com os ataques previstos para esta terça.
&quot;Com base nas conversas com o Primeiro-Ministro Shehbaz Sharif e o Marechal de Campo Asim Munir, do Paquistão, nas quais me solicitaram que suspendesse o envio de forças destrutivas ao Irã esta noite, e desde que a República Islâmica do Irã concorde com a ABERTURA COMPLETA, IMEDIATA e SEGURA do Estreito de Ormuz, concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas&quot;, diz a mensagem de Trump na Truth Social.
No texto, o republicano afirma que o cessar-fogo será bilateral. O Irã indicou concordar com a proposta.
&quot;Por um período de duas semanas, a passagem segura pelo Estreito de Ormuz vai ser possível via coordenação com as Forças Armadas do Irã e considerando as limitações técnicas&quot;, diz um comunicado assinado pelo chanceler do país, Abbas Araqchi. 
Não está claro a partir de que horas as hostilidades seriam interrompidas.
➡️ O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas estratégicas do planeta: cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo passa por ali. O Irã praticamente fechou a passagem desde que os EUA e Israel bombardearam seu território em 28 de fevereiro, o que desencadeou repercussões nos preços mundiais do petróleo e do gás.
&#039;Objetivos cumpridos&#039;
O presidente norte-americano alegou que todos os objetivos militares dos EUA no Irã já foram cumpridos e que as negociações para um acordo definitivo de paz estão avançadas.
Segundo ele, os EUA receberam uma proposta de plano de paz do Irã com 10 pontos, considerada uma base viável para negociação. Trump declarou que quase todos os pontos de divergência já foram acordados entre os dois países.
&quot;Um período de duas semanas permitirá que o acordo seja finalizado e concluído&quot;, disse. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 23:02:58 -0300</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<title>Quem são os líderes do Paquistão que mediaram a negociação para o cessar&#45;fogo de última hora entre Trump e Irã</title>
<link>https://danilo.jcsites.com/quem-sao-os-lideres-do-paquistao-que-mediaram-a-negociacao-para-o-cessar-fogo-de-ultima-hora-entre-trump-e-ira</link>
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<description><![CDATA[      Primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, e chefe do Exército paquistanês, Asim Munir
Governo do Paquistão
O presidente Donald Trump adiou em duas semanas o ultimato contra o Irã na noite desta terça-feira (7) e condicionou um eventual acordo à reabertura do Estreito de Ormuz. Mais cedo, o norte-americano chegou a afirmar que “uma civilização inteira morrerá esta noite”. Nos bastidores, a mudança de tom passa por um nome principal: Shehbaz Sharif, primeiro-ministro do Paquistão.
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Trump suspende ataques ao Irã por duas semanas
O paquistanês foi um dos responsáveis por mediar as negociações entre os Estados Unidos e Irã para um possível cessar-fogo da guerra.
&quot;Com base em conversas com o primeiro-ministro Shehbaz Sharif e com o marechal de campo Asim Munir, do Paquistão, nas quais solicitaram que eu suspendesse o envio de força destrutiva previsto para esta noite contra o Irã, e condicionando à concordância da República Islâmica do Irã com a reabertura COMPLETA, IMEDIATA e SEGURA do Estreito de Ormuz, concordo em suspender os bombardeios e ataques ao país&quot;, disse Trump em post na Truth Social
Aos 72 anos, Sharif ocupa o cargo de primeiro-ministro pela segunda vez. Após as eleições gerais de fevereiro de 2024 — marcadas por acusações de fraude e forte disputa política —, foi escolhido pelo Parlamento para liderar uma coalizão entre seu partido, a Liga Muçulmana do Paquistão (PML-N), e outras siglas.
Ele já havia governado o Paquistão entre abril de 2022 e agosto de 2023, quando assumiu após a queda de Imran Khan, destituído por uma moção de desconfiança no Parlamento.
O primeiro-ministro paquistanês se posicionou como intermediador diplomático, articulando contatos com líderes regionais e oferecendo o Paquistão como sede das negociações, além de defender publicamente um cessar-fogo imediato.
Além do primeiro-ministro, Asim Munir também teve papel fundamental. Chefe do Exército paquistanês e frequentemente apontado como “o homem mais poderoso” do país, o general Munir exerce forte influência sobre a política externa e os serviços de inteligência.
Nos bastidores, ele entrou em contato direto com o presidente Donald Trump para discutir a guerra no Oriente Médio e mediar conversas entre Estados Unidos, Irã e Israel, tornando-se peça central nas articulações diplomáticas.
O general que se destacou no comando de inteligência militar e em operações contra grupos extremistas, é visto como um estrategista pragmático, com reputação de firmeza interna e influência decisiva sobre a política externa.
Tensões
Vista aérea da costa iraniana e da ilha de Qeshm, no estreito de Ormuz
Reuters
As ameaças de Trump elevaram a tensão na comunidade internacional e levantaram alertas sobre possíveis crimes de guerra em caso de ataques dos Estados Unidos a alvos civis iranianos. O impasse também aumentou o temor de uma escalada no conflito, com possíveis impactos globais.
Um eventual ataque dos EUA a usinas iranianas poderia interromper o fornecimento de energia para milhões de pessoas e provocar um colapso elétrico e econômico no país.
Também havia temores de que ataques a instalações nucleares provoquem um acidente radiológico grave, com impactos que poderiam ultrapassar as fronteiras do Irã.
O governo iraniano indicou que poderia retaliar bombardeando usinas de energia de países vizinhos, incluindo refinarias de petróleo, o que poderia pressionar ainda mais os preços.
Teerã também afirmou que poderia atingir usinas de dessalinização em países do Golfo, colocando em risco o abastecimento de água para milhões de pessoas na região.
Horas antes do prazo dado por Trump expirar, bombardeios foram registrados no Oriente Médio. Os Estados Unidos atacaram a estratégica ilha de Kharg, que concentra cerca de 90% do petróleo produzido no Irã, mas poupou áreas petrolíferas.
Já Israel afirmou ter realizado “amplos ataques” no território iraniano, atingindo pontes, ferrovias, aeroportos e edifícios. Entre os alvos está uma ponte em Qom, uma das maiores cidades do país. Uma petroquímica também foi atingida.
O Irã reagiu, convocou a população a formar escudos humanos ao redor de usinas e afirmou que a fase de “boa vizinhança” com países do Golfo chegou ao fim. Ataques foram lançados contra países como Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 23:02:51 -0300</pubDate>
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<title>Irã confirma acordo com os EUA e indica reabertura do Estreito de Ormuz</title>
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<description><![CDATA[      Trump suspende ataques ao Irã por duas semanas
O Irã confirmou nesta terça-feira (7) um acordo com os Estados Unidos e indicou que permitirá a reabertura do Estreito de Ormuz por um período inicial de duas semanas.
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O anúncio foi feito após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarar que adiou por duas semanas ataques contra o Irã, desde que o país reabrisse a rota marítima — por onde passa grande parte do petróleo mundial.
Segundo o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, o acordo foi alcançado com mediação de autoridades do Paquistão. Ele afirmou que Teerã vai suspender ações defensivas desde que os ataques contra o país sejam interrompidos.
Araghchi disse ainda que a passagem pelo Estreito de Ormuz será segura durante a trégua, com algumas condições.
&quot;Por um período de duas semanas, será possível a passagem segura pelo Estreito de Ormuz, mediante coordenação com as Forças Armadas do Irã e com a devida consideração às limitações técnicas&quot;, afirmou.
O ministro iraniano também declarou que os Estados Unidos pediram negociações com base em uma proposta de 15 pontos e aceitaram o plano de 10 pontos do Irã como base para o diálogo. As conversas devem começar na sexta-feira (10), no Paquistão.
A TV estatal do Irã classificou o acordo como um &quot;recuo humilhante de Trump&quot; e disse que os EUA aceitaram os termos de Teerã. 
A mídia iraniana também afirmou que a trégua não representa o fim da guerra.
Segundo Teerã, a proposta de paz enviada pelo país exige o fim das sanções dos EUA contra o Irã, o pagamento de compensação integral e a liberação de todos os ativos iranianos congelados.
Em comunicado, o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã afirmou que permanecerá com &quot;os dedos no gatilho&quot; e que qualquer erro do inimigo será respondido &quot;com força total&quot;.
Estreito de Ormuz e a ilha de Kharg
Arte g1
Ultimato de Trump
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em coletiva na Casa Branca
Evan Vucci/Reuters
Trump havia dado até as 21h desta terça-feira (horário de Brasília) para que o Irã chegasse a um acordo com os Estados Unidos e reabrisse o Estreito de Ormuz — rota por onde passa grande parte do petróleo mundial.
O presidente dos EUA tinha prometido destruir pontes e usinas de energia do Irã.
Mais cedo, ele afirmou que uma &quot;civilização inteira&quot; iria morrer com os ataques previstos para esta terça.
Em um post no Truth Social, Trump disse que resolveu adiar os ataques após um pedido de autoridades do Paquistão, que estão mediando conversas indiretas entre os Estados Unidos e o Irã.
&quot;Concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas. Este será um CESSAR-FOGO de dois lados!&quot;, afirmou.
O presidente norte-americano alegou que todos os objetivos militares dos EUA no Irã já foram cumpridos e que as negociações para um acordo definitivo de paz estão avançadas.
Segundo ele, os EUA receberam uma proposta de plano de paz do Irã com 10 pontos, considerada uma base viável para negociação. Trump declarou que quase todos os pontos de divergência já foram acordados entre os dois países.
&quot;Um período de duas semanas permitirá que o acordo seja finalizado e concluído&quot;, disse.
Leia o anúncio de Trump na íntegra mais abaixo.
Segundo autoridades da Casa Branca, Israel também fará parte da trégua. Na mesma linha, a mídia israelense disse que o cessar-fogo também inclui o Líbano.
Tensões
Vista aérea da costa iraniana e da ilha de Qeshm, no estreito de Ormuz
Reuters
As ameaças de Trump elevaram a tensão na comunidade internacional e levantaram alertas sobre possíveis crimes de guerra em caso de ataques dos Estados Unidos a alvos civis iranianos. O impasse também aumentou o temor de uma escalada no conflito, com possíveis impactos globais.
Um eventual ataque dos EUA a usinas iranianas poderia interromper o fornecimento de energia para milhões de pessoas e provocar um colapso elétrico e econômico no país.
Também havia temores de que ataques a instalações nucleares provoquem um acidente radiológico grave, com impactos que poderiam ultrapassar as fronteiras do Irã.
O governo iraniano indicou que poderia retaliar bombardeando usinas de energia de países vizinhos, incluindo refinarias de petróleo, o que poderia pressionar ainda mais os preços.
Teerã também afirmou que poderia atingir usinas de dessalinização em países do Golfo, colocando em risco o abastecimento de água para milhões de pessoas na região.
Horas antes do prazo dado por Trump expirar, bombardeios foram registrados no Oriente Médio. Os Estados Unidos atacaram a estratégica ilha de Kharg, que concentra cerca de 90% do petróleo produzido no Irã, mas poupou áreas petrolíferas.
Já Israel afirmou ter realizado “amplos ataques” no território iraniano, atingindo pontes, ferrovias, aeroportos e edifícios. Entre os alvos está uma ponte em Qom, uma das maiores cidades do país. Uma petroquímica também foi atingida.
O Irã reagiu, convocou a população a formar escudos humanos ao redor de usinas e afirmou que a fase de “boa vizinhança” com países do Golfo chegou ao fim. Ataques foram lançados contra países como Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein.
Anúncio de Trump
&quot;Com base em conversas com o primeiro-ministro Shehbaz Sharif e com o marechal de campo Asim Munir, do Paquistão, nas quais solicitaram que eu suspendesse a força destrutiva que seria empregada esta noite contra o Irã, e condicionado ao fato de a República Islâmica do Irã concordar com a ABERTURA COMPLETA, IMEDIATA e SEGURA do Estreito de Ormuz, concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas. Este será um CESSAR-FOGO de dois lados!
A razão para isso é que já cumprimos e superamos todos os objetivos militares, e estamos muito avançados em um acordo definitivo voltado para a PAZ de longo prazo com o Irã, e para a PAZ no Oriente Médio. Recebemos uma proposta de 10 pontos do Irã e acreditamos que ela representa uma base viável para negociação. Quase todos os pontos de divergência do passado já foram acordados entre os Estados Unidos e o Irã, mas um período de duas semanas permitirá que o acordo seja finalizado e concluído.
Em nome dos Estados Unidos da América, como presidente, e também representando os países do Oriente Médio, é uma honra ver esse problema de longa data próximo de uma solução. Obrigado pela atenção a este assunto!
Presidente DONALD J. TRUMP&quot;
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 23:02:51 -0300</pubDate>
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<title>O que é o Estreito de Ormuz, crucial para petróleo global; Irã indica reabertura após 39 dias</title>
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<description><![CDATA[      Conflito no Oriente Médio: o papel estratégico do Estreito de Ormuz
O Irã confirmou nesta terça-feira (7) um acordo com os Estados Unidos e indicou que permitirá a reabertura do Estreito de Ormuz por um período inicial de duas semanas.
O Estreito de Ormuz uma &quot;artéria&quot; da indústria petrolífera por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo do mundo. Seu fechamento durante os 39 dias do conflito, antes da suspensão dos ataques dos EUA, tiveram forte impacto na economia global. 
Veja abaixo outros detalhes sobre o estreito.
Infográfico - Estreito de Ormuz
Arte/g1
&#039;Artéria&#039; do trânsito mundial de petróleo
O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico (ao norte) com o Golfo de Omã (ao sul), e &quot;deságua&quot; no Mar da Arábia. Na sua parte mais estreita, o estreito tem 33 km de largura, com canais de navegação de apenas 3 km em cada direção.
Cerca de um quinto de todo o consumo mundial de petróleo passa pelo estreito. Entre o início de 2022 e maio de 2025, aproximadamente 17,8 a 20,8 milhões de barris por dia de petróleo bruto, condensado ou combustível fluíram diariamente pelo local, segundo dados da plataforma de monitoramento marítimo Vortexa.
Membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) como Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque exportam a maior parte do seu petróleo através do estreito, principalmente para a Ásia.
O fechamento do Estreito de Ormuz causou sérios problemas no abastecimento de petróleo no mundo.
Getty Images via BBC
Os Emirados Árabes e a Arábia Saudita buscam rotas alternativas para não depender do estreito.
O Catar, um dos maiores exportadores mundiais de gás natural liquefeito, envia quase toda sua produção através do estreito.
Segundo a Administração de Informação de Energia dos EUA, havia cerca de 2,6 milhões de barris por dia de capacidade ociosa nos oleodutos existentes desses países, que poderiam ser usados para contornar Ormuz (dados de junho de 2024).
Navio passa pelo estreito de Ormuz
REUTERS/Hamad I Mohammed/File Photo ]]></description>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 23:02:49 -0300</pubDate>
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<title>Trump adia ultimato ao Irã e suspende ataque por duas semanas; Teerã indica reabertura do Estreito de Ormuz</title>
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<description><![CDATA[      Trump adia ultimato ao Irã e suspende ataque por duas semanas; Teerã indica reabertura do Estreito de Ormuz Conversas entre os países devem começar na sexta-feira (10). Presidente dos EUA havia prometido atacar a infraestrutura vital do Irã, como usinas de energia, caso Ormuz não fosse reaberto. O presidente Donald Trump adiou novamente nesta terça (7) o ultimato ao Irã e condicionou um possível acordo à abertura completa do Estreito de Ormuz.. Mais cedo, Trump havia dito que &#039;uma civilização inteira&#039; morreria esta noite. A fala gerou reações na ONU, no Irã e no Partido Democrata.. No início da tarde, o Paquistão propôs um cessar-fogo de duas semanas a EUA e Irã. Trump disse que resolveu adiar os ataques após conversas com autoridades paquistanesas.. Trump disse ainda que recebeu uma proposta de plano de paz do Irã com 10 pontos. Segundo ele, quase todos os pontos de discórdia já foram acordados.. Segundo Teerã, conversas entre os dois países começarão na sexta-feira (10), em Islamabad, no Paquistão. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 23:02:44 -0300</pubDate>
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<title>Trump chama iranianos de &amp;apos;animais&amp;apos; e nega que ataque a instalações de energia seja crime de guerra</title>
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<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:42:53 -0300</pubDate>
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